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Prefeitura de Macapá promove primeira ação voltada à fibromialgia no Amapá com atendimentos gratuitos de saúde e assistência

Fibromialgia está entre as doenças invisíveis e exige acolhimento, cuidado contínuo e atenção à saúde física e emocional

Por Jorge César - Secretaria Municipal de Comunicação Social

Fotos: Lívia Nascimento – Semcom/PMM

A Prefeitura de Macapá, por meio da Secretaria Municipal da Mulher (Semu), realizou nesta segunda-feira, 12, a primeira ação dedicada à fibromialgia no Amapá, oferecendo atendimentos gratuitos de saúde, assistência social e orientação jurídica para pessoas diagnosticadas com a síndrome e outras doenças invisíveis.

A programação faz parte da campanha “Maio Roxo”, voltada à conscientização sobre fibromialgia, lúpus e outras condições crônicas que impactam diretamente a qualidade de vida dos pacientes.

Durante a ação, foram disponibilizados serviços de psicologia, clínica geral, assistência social, massoterapia e atendimento jurídico, com foco no acolhimento humanizado e na ampliação do acesso aos cuidados básicos de saúde.

De acordo com a secretária municipal da Mulher, Denise Ferreira, a iniciativa busca dar visibilidade às pessoas que convivem diariamente com dores e desafios causados pela doença.

“Estamos aqui para oferecer saúde porque essas mulheres precisam desse atendimento. Com esse evento estamos dizendo às portadoras de fibromialgia e de lúpus que a voz delas está sendo ouvida pela prefeitura. São dores invisíveis para outrem, mas muito visíveis e reais para quem sente”, destacou.

Secretária da Mulher, Denise Ferreira | Fotos: Lívia Nascimento – Semcom/PMM

A ação também contou com a participação da Associação de Fibromiálgicos do Estado do Amapá (Afibroap), que ressaltou a importância do atendimento humanizado e multidisciplinar.

Segundo a presidente da associação, Genilza Valente da Silva, a parceria com a gestão municipal fortalece a luta por mais políticas públicas voltadas a esse público.

“Estamos sendo muito bem recebidos, e agradecemos a toda a equipe da prefeitura que se prontificou a nos atender neste dia. A prefeitura abriu as portas para abraçar essa causa”, afirmou a presidente da Afibroap, Genilza Valente da Silva.

Presidente da Afriboap, Genilza Valente | Fotos: Lívia Nascimento – Semcom/PMM

A pedagoga Clenice da Silva Brás, diagnosticada com fibromialgia há sete anos, destacou a importância do apoio institucional às pessoas que convivem com a síndrome.

“Viver com fibromialgia não é fácil. É uma luta diária. Essa ação é muito importante porque muitas vezes não temos o suporte necessário. Nunca tinha visto esse apoio sendo oferecido à nossa associação”, relatou.

Clenice da Silva Brás, pedagoga | Fotos: Lívia Nascimento – Semcom/PMM

Os representantes da gestão municipal vêm mantendo diálogo com a presidência da Afibroap sobre as principais demandas enfrentadas pelas pessoas diagnosticadas com fibromialgia. As tratativas envolvem a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) e, agora, também a Secretaria Municipal da Mulher (Semu).

A aproximação entre a associação e a Prefeitura fortalece a discussão sobre a implantação do “ambulatório da dor” no município, iniciativa considerada fundamental para ampliar o atendimento especializado às pessoas que convivem com doenças crônicas.

Fotos: Lívia Nascimento – Semcom/PMM